segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Crise e Swing

Estavam todos lá, mais de cem pessoas com certeza, não dava para precisar a quantidade, mas era muita gente. Todos fodendo, sem olhar os parceiros (camisinha, nem pensar), metendo de todas as formas e formatos, entrando, saindo, pulando de parceiro em parceiro, até que dos homens não sobrou mais forças e as mulheres ficaram com suas bucetas secas, de tanto dar...
Alguns homens (será?) se aventuravam em novas experiências e pediam para serem sodomizados, assim como algumas mulheres chegavam a uivar, quando tiveram seus grelinhos mordiscados por suas irmãs...
De repente, alguém gritou:
- Eu tenho AIDS seus filhos-da-puta !!!
Foi um silêncio geral, todos saindo de fininho e não ficando no grande salão, mais que algumas peças de roupas sujas e rasgadas.
Alguns correram para o médico, outros para hospitais, no intuito de um rápido exame de HIV, mas todos de uma forma ou outra buscaram uma certificação de se estariam ou não com o vírus. Desta forma, todos esperam o resultado.
Assim é a crise mundial, chegando ao Brasil. Não estamos tendo problemas de crédito, pelo contrário, os bancos estão emprestando com taxas menores. Não estamos com problema de liquidez, ou seja, tem dinheiro no mercado e as montadoras (que tanto choram) estão sem carro zero popular, para pronta entrega...
Todos falam em crise, todos esperam e tomam suas medidas de previdência, mas enquanto isso, ninguém fode ninguém...

5 comentários:

Halem Souza disse...

Bem, eu não descreveria assim a crise, com tanta sacanagem (no bom sentido; ou seria no mal?) mas posso dizer que eu sequer tive alguma chance no bacanal e agora tenho que fazer tratamento de DST...

Um abraço.

Prof Toni disse...

Pena que eu não possa explicar assim para os meus alunos do ensino médio!

Jens disse...

Ducaralho, Renato, a tua explicação para a crise. Foda, foi o camarada Halem, que não comeu ninguém, hehehe...
Abraço e bom carnaval.

Disimo disse...

Excelente analogia. Recebi um email semelhante a umas duas semanas atrás. O pior serão as sequelas, pois logicamente a corda sempre se parte para o lado mais fraco.

Rev. S disse...

hahahahhaha

óótima metafora