
Se lhe cabia melhor o chapéu do império, como diz um personagem, era por desconfiar daquela República que se proclamava, naquele momento, daquela forma. Olhava com desdém a corrupção e a plutocracia que se instalavam brutalmente e que se manifestavam com o encilhamento, a especulação financeira desenfreada, que dava vez a uma nova e desprezível casta no poder(...)
Esta é parte da análise muito interessante que o psicanalista Sérgio Telle faz (http://www.revista.agulha.nom.br/ag25assis.htm) sobre o bruxo do Cosme Velho e alguns de seus livro, mas a miúde: Esaú e Jacó e Memorial de Aires. Foras nove as nuances psicológicas, a quem deixo a cargo da prima Telma, muito interessante achei as considerações políticas e econômicas, sobre o periodo em que foram escritos, Abolição da Escravatura, Proclamação da República, o governo de Floriano Peixoto, o encilhamento, etc...
Um comentário:
A História e a Literatura sempre andam juntas.
Vou ler a análise toda. Parece muito interessante.
Mais beijos
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